Publicado por
Emily em
Poesias |
24 abr 2009
Gente isso é um certo tipo de poema descritivo que fiz, espero que gostem, beijos e boa leitura.
Encosto-me a parede do quarto e reflito o quão grande e forte és meu sentimento por você. Logo você que há uns 3 anos atrás me olhara com sorriso meigo porém relapso com uma só intenção – carnal!
Afirmas ter tido sempre um carinho grande por minha pessoa mas nada que chegara a tal ponto. Chego a deitar-me na cama tentando entender o por que de tal declaração? De tal sentimento?
Era maravilhoso te ver e poder tocar teus lindos cabelos sedosos e flutuar no teu sorriso inigualavelmente perfeito. . Como é até hoje. É incrível que meu amor por você não desgasta, só fortalece e como você parece ser sempre aquele menino feliz e amoro com a personalidade que poucos tem . . divinamente sedutora.
Penso. . . Quando chegar minha hora.
Quando do meu corpo, o rígido acabar; quando quem amparei, precisar me amparar; quando os meus cabelos se fizerem ralos… Minhas pernas seguir um passo arrastado; minha voz emudecer, e os meus olhos turvarem… E, a beleza da vida eu não mais poder ver. . . Direi a você:
‘Amor, se eu morrer agora, agradeceria a Deus e a todos pela vida maravilhosa que tive ao teu lado, pela juventude à flor-da-pele – por apreciar tua beleza e te sentir nas noites prazer, por aprender contigo o verdadeiro sentido de amar, obrigada pelos filhos, um dos vínculos mais maravilhos que tivemos, obrigada por existir na minha vida e obrigada por mesmo cabisbaixo e sem a força que tinhas, ainda sim – estar ao meu lado me amando do jeito que me amavas há 50 anos atrás.’
É. . sabe aquele amor que não se mede? Pode-se dizer que o nosso é assim; simples, imcomparável, saudável, inacabável, graduante, e apaixonante.
Emily Ponce.
Deixe seu comentário