O ano está terminando e junto com ele, o dinheiro do manauense também.
As festas de fim de ano motivam as pessoas a gastarem compulsivamente, mas quando tudo isso passar os impactos vão aparecer e entristecer, principalmente, o bolso de cada um.
Primeiro, por que as dívidas do cartão de crédito são capazes de deixar qualquer um louco. Segundo, porque essa onda de reajustes vão pesar no orçamento familiar.
São vários os acréscimos: a conta de luz vai aumentar em torno de 15%. A Águas do Amazonas declarou um aumento de 9% a 10%. O Sinetran entrou com um pedido na Câmara Municipal de Manaus (CMM) afim de reajustar o custo do transporte coletivo, que atualmente é de R$ 2,00 para R$2,50. Era só o que faltava…
Ou seja, como uma família que possui renda mínima de R$ 415,00 poderá manter-se com todos esse aumentos e ainda ter que cobrir as despesas de casa?
A situação é crítica.
Bem se sabe que todos esses reajustes são necessários para a melhoria dos serviços prestados, entretanto, entra ano e sai ano, reajustes e mais reajustes e não aparece qualidade alguma.
Ainda hoje, várias famílias não recebem a tão esperada água. Muitos dependem de vários ônibus durante o dia todo para se deslocarem de uma ponta a outra da cidade com o objetivo de cumprir suas obrigações, porém a precariedade se abrange de forma alarmante.
Já que o remanejamento dos preços da conta de água, luz e transporte são inevitáveis, então isso deveria ser feito de modo menos agressivo. As coisas não devem acontecer tudo ao mesmo tempo, para que a população não seja prejudicada, mas deveriam ser mudanças gradativa para que os cidadãos possam, pelo menos “respirar”.